Empréstimo Consignado

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Consignado é extorsão, verdadeiro crime


Tema de extrema relevância para aposentados, pensionistas e servidores públicos são os empréstimos consignados que têm levado milhões de aposentados a situação de desespero pela “bola de neve” em que se convertem tais financiamentos.


É preciso verificar qual o valor total em empréstimos os aposentados e pensionistas mineiros já tomaram nas instituições financeiras? O pagamento desses juros beneficia, de fato, o segurado, ou significa uma verdadeira transferência de recursos de pessoas com renda muito baixa para banqueiros? Vale lembrar que o maior benefício pago atualmente pelo INSS é de R$ 3,4 mil.


Não existe nenhum programa de educação quanto a empréstimos. É necessário realizá-los, de modo a impedir uma verdadeira bancarrota dos segurados, com uma fantástica transferência de recursos desse segmento para instituições financeiras nacionais e estrangeiras.


Vale lembrar que, no Paraná, por intervenção do Ministério Público foram proibidas as investidas que se fazem nos passeios, nas ruas, oferecendo empréstimos a pessoas idosas. Entendeu-se tratar de assédio, ludibriando pessoas com pouca informação.


Os juros cobrados atualmente são de até 2,34% mensais para os empréstimos e de até 3,36% mensais para os "cartões de crédito". Os bancos e as "lojas" que vendem esses financiamentso insistem que essas taxas são muito baixas, por isso os segurados e os servidores públicos devem "correr" para utilizar toda a margem possível.

Na verdade, ao praticar essas margens, em negociações sem nenhum risco, os bancos e instituições financeiras praticam verdadeira extorsão, o que se constitui em crime. Afinal a inflação anual está na faixa de 5 a 6% ao ANO. O Governo Lula é o responsável por essa negociata, intimamente vinculada ao esquema de corrupção do Mensalão. Assim, a cabeça do aposentado brasileiro foi entregue numa bandeija de prata aos banqueiros.

A sociedade deve acompanhar os desvios legais de recursos do INSS realizados por meio das “Desvinculações de Receitas da União”, artifício criado no Governo de Fernando Henrique Cardoso que permite retirar, em 2008, cerca de R$ 60 Bilhões da Previdência para formar o “déficit primário”. Vide a Emenda Constitucional nº 56, de 20 de setembro de 2007, que prorrogou até dezembro de 2011 a DRU, instrumento que o antigo Partido dos Trabalhadores tanto criticou.


Deve também apoiar e contribuir para que seja viabilizada a gestão quadipartite da Previdência Social, tal como determina os estatutos da mesma. Assim, trabalhadores, empresários, segurados e Governo proporcionarão a ótima administração que o INSS merece e precisa.


Qual providência pode ser determinada para a segurança dos três milhões de segurados que recebem seus benefícios entre os cinco últimos e os cinco primeiros dias de cada mês? Eles são constantes vítimas de golpes, dentro e fora das agências bancárias. Todos os marginais sabem que as agências ficam cheias de incautos nesses dias. Os bancos e as polícias Civil e Militar não têm conhecimento desse verdadeiro ataque? Ou sabem e não tomam providências eficazes?


O que o Parlamento Mineiro pode fazer para se contrapor à sistemática perda de poder aquisitivo do aposentado e do pensionista do INSS?

Os reflexos negativos dessa política se estendem na qualidade de vida, na saúde e em todos os aspectos da existência de três milhões de pessoas que vivem nos 853 municípios mineiros. É possível, por exemplo, viabilizar uma profunda pesquisa socioeconômica sobre os efeitos dessa perda salarial? Esses dados provocarão, certamente, um impacto sem precedentes.

 

Extorsão é crime. Isto é o consignado!

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