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16/10/2018 - Notícias da FAP/MG
Sindicalista e deputado eleito por SP diz que vai representar aposentados
por Cobap

16/10/2018 - O deputado federal eleito por São Paulo, Luiz Carlos Motta, do PR, que é presidente da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo, afirmou que pretende defender os interesses dos aposentados e pensionistas no Congresso Nacional.

 

Motta obteve 75.218 votos. Ele declarou que já havia assumido o compromisso de defender os trabalhadores brasileiros e quer ampliar sua atuação para os aposentados. "Quero ver pontos da reforma trabalhista que estão prejudicando os trabalhadores", disse ele.

 

Motta afirmou que já está estudando os projetos de lei de interesse dos aposentados, que tramitam no Congresso, bem como as propostas de reforma da Previdência dos atuais presidenciáveis. O futuro parlamentar deseja se reunir com a Cobap e outras entidades de defesa dos aposentados para conhecer e avaliar as reivindicações do setor.

 

"Seja qual for o candidato à presidência, vencedor no segundo turno, terei uma postura de defesa da classe trabalhadora e dos aposentados", disse o sindicalista.

 

Luiz Carlos Motta se prontificou a participar do Congresso das Mulheres Ferroviárias, promovido pela COBAP, em Praia Grande/SP, de 18 a 22 de outubro, quando oficializará seu posicionamento de defensor dos aposentados e trabalhadores brasileiros.

 

POSIÇÃO - Quando Michel Temer tomou posse como presidente da República, ainda durante o processo de impeachement de Dilma Rousseff, a Fecomerciários e seus 69 sindicatos filiados distribuiu nota defendendo a democracia, a Constituição, a CLT, o emprego, a renda e os direitos dos trabalhadores.


Defendeu a manutenção da política de valorização do salário mínimo, como uma das medidas eficazes para movimentar a economia, com geração de emprego e renda.


Repudiaram a proposta contida no Plano de Governo Temer, denominado "Uma Ponte para o Futuro", de negociação direta entre patrões e empregados, o que passou a prevalecer com a aprovação da reforma trabalhista.


"A recuperação da confiança nacional e internacional do Brasil [...] não pode estar atrelada à retirada de direitos trabalhistas, sociais e previdenciários", defenderam.

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